quinta-feira, 9 de junho de 2011

Ajude o Outro Sem Se Desgastar - Luiz Antônio Gasparetto

Será que você conhece seu poder de garantir o próprio bem-estar? Muitas vezes, nos vemos em situações difíceis, que parecem não ter solução. E vou mais longe: ficamos doentes por causa desses problemas, quando na verdade somos os maiores responsáveis por eles. Explico.

Ao seu redor, há um campo energético. Seus assuntos profissionais, sua família, seus relacionamentos, sua saúde... Enfim, tudo tem a ver com esse campo energético, que é alterado por suas atitudes e seus comportamentos. E saiba disto: uma das ações que comprometem seu sucesso é assumir a responsabilidade do outro.

Não tem jeito: uma das grandes besteiras é querer agradar os outros para receber aplausos e aceitação. Não estou falando do ato de ajudar de coração - isso é bacana! O problema é que costumamos ser generosos para que nos aprovem. E toda vez que você assume o outro, fica envolvida energicamente com ele - e sofre! Sofre porque esse outro tem problemas e carrega energias nada positivas, que acabam passando para você.

Resultado: essa ligação ruim atrapalha a sua prosperidade. Além disso, você começa a apresentar sintomas físicos e emocionais derivados disso: retenção de líquido, dores de estômago, dores de cabeça, além de sono excessivo e medos que não têm sentido algum.

É o que aconteceu com uma garota que tratei. Ela era diabética - segundo os médicos, era problema genético. Quando começou a me contar a própria história, constatei que ela tinha uma ligação muito intensa com a mãe, uma idosa totalmente dependente da filha - por safadeza mesmo. A mãe era o tipo de pessoa infeliz que se prendia à filha, alegando preocupação com ela.

Por culpa ou sei lá o quê, a filha achava que tinha de assumir a mãe. Pura bobagem! Então, eu abri o jogo com a moça: enquanto ela não se livrasse da figura da mãe, não se tornasse adulta e não deixasse de ser tão boazinha, não conseguiria ser verdadeira consigo mesma. Desse jeito, não dá pra ser feliz! Começamos a fazer um trabalho de desligamento com relação à mãe. Foi duro. Ela chorou, chorou e, por fim, conseguiu se desprender e se aliviar. A partir disso, o corpo dela começou a ter reações estranhas. De acordo com a equipe médica, o organismo dela estava começando a rejeitar a insulina tomada diariamente. Enfim, ela deixou de ser diabética! Muito intrigante, não é, leitora?
O que eu quero, com essa história real, é mostrar até que ponto pode chegar um contágio energético ruim. Por isso, precisamos viver nossas vidas e nos desligar dos outros de vez em quando, seja quem for - pai, mãe, irmão, marido, filho, namorado, amigos etc.

E digo mais: não devemos apenas nos desligar dos outros, mas também do passado, das tristezas, das mágoas e de posturas críticas em relação a tudo e a todos. Todas essas atitudes, frutos da nossa personalidade, infestam negativamente nosso campo energético. Isso é péssimo para a felicidade, a conquista dos nossos objetivos, a abertura dos nossos caminhos e a vida de uma maneira geral.
Vamos lá! Seja mais bondosa consigo mesma. Liberte-se para conquistar o seu próprio bem-estar. Pense nisso!

Luiz Antônio Gasparetto



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