segunda-feira, 27 de junho de 2011

Redescobrindo o Amor Em Sua Vida - Maria Isabel Carapinha

O amor está dentro de você e ninguém poderá ser responsável por despertá-lo; é somente você poderá trazê-lo novamente para sua vida.
O nosso passado é o maior aprendizado que trazemos; ele pode nos fazer refletir, analisar e com certeza nos direciona à mudança e a crescer como ser humano.
Os traumas de passado seguram nossa energia e eliminam o nosso brilho. A eliminação de tais bloqueios se torna fundamental para que possamos atrair energias diferentes das que já vivenciamos. Neste ponto, muitas vezes se faz necessário eliminar de vez crenças e idéias a respeito de si mesmo e do amor.
Os bloqueios energéticos de passado são como pilhas de roupa suja mofada, que estão socados em determinadas partes de nossa mente, espargindo sua energia daninha para a nossa vida hoje.

Como pode haver espaço para um amor verdadeiro, limpo, intenso se carregamos essas obsoletas pilhas acumuladas do passado... em pouco tempo o novo amor será contaminado por tudo que ainda há em sua mente.
Existe uma necessidade inicial de limpeza; é necessário desbloquear as energias do passado a fim de abrir espaço para o novo. É imprescindível que, após esta limpeza, o amor comece a pulsar em sua vida de dentro para fora, sim! Você tem que ser amor se quiser receber amor.
Amor é crescimento, é ser autêntica, é abrir mão de si em determinadas horas pelo outro, é saber se colocar no lugar do outro e entender seus sentimentos.
Nos relacionamentos em geral entramos na busca do amor, eis o maior erro a ser cometido, o amor já está dentro de nós, em alguns casos ele somente precisa ser despertado novamente, pois sofrimentos do passado podem ter perturbado a nossa capacidade de amar novamente.

Redescobrir o amor em sua vida significa saber quem você é, o que quer do outro e ter plena consciência do seu valor como pessoa. Uma relação plena é composta de bem-estar, harmonia, do compartilhar bons momentos e de crescimento mútuo, tudo isso culminando na tão almejada felicidade.
Evite criticar o relacionamento que está tendo, ele foi reflexo do seu momento, quando o atraiu você tinha exatamente a qualidade de energia do relacionamento que vive hoje. Nossa! Quando ouvimos isso, pesa ainda mais a necessidade de cura energética, reequilíbrio e eliminação de bloqueios, pois somente assim situações diferentes poderão ser vividas.
Enquanto não tomamos consciência que é necessário mudar a nós mesmos, sempre acharemos que o problema está com os outros. Cabe aqui uma reflexão: se tantas são as pessoas que critico, será que não seria mais fácil verificar o que há de errado comigo? Sim! É impossível haver tanta gente errada e somente eu estar certa...

Quando determinamos que vamos modificar nossa energia, passamos a lembrar das coisas que vivemos e das experiências ruins que passamos, isto é, passamos a lembrar, não a viver intensamente o momento em que determinado fato nos aconteceu como se fosse hoje.
O dia em que entendermos que a coisa mais importante é amar a si próprio, tenha plena certeza que sua energia estará curada e equilibrada.

A radiestesia, através da Mesa Radiônica, promove o desbloqueio das energias do passado e traz de volta o brilho, colocando a sua vida em ordem divina.
A seguir lhe conto um caso de uma pessoa que atendi que dizia não acreditar mais no amor...
A história dela é a seguinte: durante quinze anos, namorou uma pessoa, dizia-se apaixonada por esse moço, fazia tudo que ele desejava e se moldava a tudo que ele queria, conseguia até perdoar ‘leves traições’, por dizer que eram pequenos deslizes de comportamento, mas que com o tempo seriam curados.
Ela é uma moça bonita, bem sucedida no trabalho e com objetivos pessoais bem determinados, mas no campo emocional não se sentia realizada, apesar de, durante anos, procurar indicar aos outros que tudo estava bem.
O namorado, que tinha pequenos deslizes, conforme suas palavras, de um dia para outro começou a modificar ainda mais o seu comportamento e em três meses estava casado com outra pessoa.
Ela chegou ao fundo do poço, tinha a sensação que iria morrer; todas as suas projeções futuras tinham ido por água abaixo, a sua imagem pessoal se fora, sentia-se abandonada e ‘trocada por outra’, esses eram os termos que ela usava.
E em pouco tempo estava voltando à luta, tinha que arrumar outra pessoa e ficar bem! Em uma festa na casa de uma amiga conheceu um moço, pediu seu telefone -tinha então decidido tomar essa postura-, pois, segundo o que me contava, não tinha tempo a perder.
Dias depois ligou para o rapaz e foram almoçar, começaram, então, a sair e a manter um relacionamento.
Neste momento, ela fazia até coisas das quais não gostava, simplesmente por dizer que não estava mais só. Faziam até gincanas a pé, um tipo de competição para atletas que se guiavam em terrenos desconhecidos por bússolas e marcações determinadas no chão. Ela odiava aquilo, pois não tinha preparo físico, mas como o novo namorado gostava, ela fazia e, mesmo padecendo, permanecia calada.
A relação foi apertando rumo ao casamento, facilitando as várias situações por todos os ângulos, do tipo: o apartamento para morarem tinha o dela, a festa de casamento poderia ser na forma de um jantar no seu apartamento, os presentes que iriam receber poderiam trocar por uma viagem, uma vez que a casa já estava montada...

Resumindo, o casamento estava todo arrumado e o rapaz, sem perceber, um dia acabou se encontrando casado com ela, num processo bem rápido.
O casamento nada durou, foram seis meses de brigas, de falta de objetivos em comum, de falta de companheirismo e, obviamente, na sequência, veio a separação.
Ela me procurou porque não mais acreditava no amor, achava que tinha feito tudo certo na primeira e na segunda vez, sozinha não conseguia enxergar seus erros, mas não queria permanecer solteira para sempre.
Iniciei o tratamento com a Mesa Radiônica, eliminando os bloqueios do primeiro relacionamento, trazendo à tona os fatos por identificação das datas em que ocorreram e fomos curando um a um os bloqueios. A cada bloqueio eliminado, ela começava a se enxergar e se amar com maior intensidade, aprendendo a se respeitar.
Finalizado o tratamento do primeiro e do segundo relacionamento, passamos a uma análise detalhada do que havia acontecido e de tudo resumimos que ela nunca havia se amado intensamente, colocando-se assim na impossibilidade de receber amor intenso de outra pessoa.
O tratamento pessoal lhe trouxe uma enorme valorização e brilho pessoais; hoje ela se encontra curada, já está com outra pessoa em uma relação estável e adulta onde felizmente dois seres se encontraram por afinidade energética.

Maria Isabel Carapinha
E-mail: isabelc@uol.com.br



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